Fora Dilma, a América do Sul tem outro presidente que lutou contra a ditadura militar em seu país. O presidente uruguaio, José Mujica, integrava na guerrilha uruguaia o grupo dos Tupumaros e participou de assaltos a bancos, sequestros e até da tomada de uma delegacia de polícia. Foi preso, torturado e ficou 14 anos na cadeia acusado de crimes políticos. Hoje é presidente do Uruguai. Dilma também foi militante política de esquerda, lutou contra a ditadura militar, foi presa, torturada e cumpriu três anos de prisão.
Fora Dilma, a América tem outra mãe considerada a mais poderosa do mundo. Trata-se da ex-primeira dama e atual secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton. Ela é a primeira mãe mais importante do mundo, tendo como segunda mais poderosa a presidente Dilma Rousseff.
Fora Dilma, o mundo já presenciou várias mulheres que exerceram o poder mostrando sua força. Uma delas foi a ex-primeira ministra britânica, Margaret Thatcher, que comandou a Inglaterra entre 1979 e 1990. Ela é, até hoje, considerada uma das mulheres mais influentes da política. Assim como Dilma, atualmente.
Fora Dilma, a América do Sul tem outra mulher na presidência de seu país. Trata-se de Cristina Elisabet Fernández de Kirchner, a primeira mulher a ser eleita pelo voto direto para governar a Argentina. Cristina Kirchner acabou reeleita ano passado. Dilma também foi a primeira mulher eleita pelo voto popular no Brasil.
Fora Dilma, o Brasil teve outro presidente que enfrentou problemas com a ditadura militar. Foi Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, que acabou exilado no Chile e na França. Dilma também lutou contra o poder dos militares.
Fora Dilma, o PT tem outras mulheres que exerceram cargos no executivo. Mulheres como Benedita da Silva, ex-governadora do Rio de Janeiro e de Marta Suplicy e Luíza Erundina - não mais no partido -, ambas ex-prefeitas de São Paulo.
Fora Dilma, outro presidente brasileiro teve problemas que levaram à saída do ministro Antonio Palocci Filho. Foi no governo Lula. Palocci assumiu o Ministério da Fazenda no primeiro mandato de Lula, deixando de cumprir todo o seu mandato de prefeito de Ribeirão Preto a pedido do presidente eleito. Ficou ministro até 2006, quando após uma série de denúncias, viu-se em situação insustentável a partir da quebra ilegal do sigilo bancário de um caseiro que era testemunha de acusação contra Palocci. O tempo passou, não houve nenhuma condenação específica contra Palocci e ele voltou a integrar um ministério. Com a posse de Dilma, Palocci, que coordenou a equipe de transição, assumiu como ministro chefe da Casa Civil e, pouco mais de seis meses de sua posse, deixou a pasta após denúncias de enriquecimento ilícito.
Fora Dilma, o Brasil teve outro presidente que valeu-se de medidas populares que beiram o populismo para se perpetuar no poder. Durante quase 20 anos, em dois governos, foi um ditador rigoroso contra seus opositores. Principalmente em seu primeiro governo, onde após muitos anos no poder, instituiu o "Estado Novo" e manteve-se no cargo por mais tempo. Era conhecido como o "pai dos pobres", por ser autor de várias leis sociais e trabalhistas, com extremo apelo popular. Dilma não foi propriamente a criadora de muitos dos projetos atuais. Mas ela tem explorado demais os vales e auxílios. É bastante criticada, principalmente pela classe média, que é quem mais sofre por conta da pesadíssima carga tributária que ajuda a financiar tais projetos. Costumam dizer que ela prefere dar o peixe em vez de dar a vara e ensinar a pescar.
Fora Dilma, o Brasil já teve outra mulher a apresentar propostas que modificam a remuneração da caderneta de poupança, a forma mais popular de investimento no Brasil. Foi Zélia Cardoso de Mello, então ministra da Fazenda no governo Fernando Collor de Melo. Ela criou um plano que congelou os investimentos dos brasileiros em poupança, conhecido por "confisco das poupanças". Dilma anunciou, recentemente, um plano para mudar a remuneração que causou grande preocupação nos brasileiros.
Fora Dilma, outra mulher concorreu e foi muito bem votada nas últimas eleições presidenciais. Trata-se de Marina Silva, que obteve quase 20% dos votos válidos.
Fora Dilma, quem será candidato a presidente nas próximas eleições?
Fora Dilma, nenhum outro presidente teve a oportunidade de barrar um código florestal com tantos riscos para nossas matas, florestas e vegetação nativa.
VETA, DILMA!
Você já disse tudo!!!
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